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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Equinos exigem alimentação saudável e controlada!


Regras da boa alimentação:

• O cavalo deve ter sempre á disposição água fresca e limpa.
• Dar ao cavalo pelo menos duas refeições por dia, se tiver um trabalho leve ou estiver fora de trabalho. No caso de ter um esquema de trabalho completo o cavalo deve comer entre três a quatro vezes ao dia.
• A quantidade de comida dada ao cavalo deve ser baseada no seu peso e não no volume.
• Alimentar o cavalo tendo sempre em conta a sua estatura e peso.
• A alimentação do cavalo deve ser regulada pelas horas de trabalho e pelo tipo de trabalho realizado pelo animal.
• Nunca utilizar rações moles ou que tenham algum tipo de sujidade.
• Não fazer alterações bruscas na dieta, para prevenir possíveis problemas digestivos.
• Não trabalhar o cavalo logo a seguir á refeição. Aguardar duas ou três horas!
• A seguir ao trabalho deve-se aguardar uma hora antes de alimentar o cavalo.
• Obedecer a uma rotina horária na alimentação.
• A alimentação do cavalo deve ser composta pelo menos por 50% de fibras.

O que se deve dar aos cavalos:
• Forragem (feno, luzerna, substitutos do feno e silagem)
• Cereais- milho, cevada e aveia. São dados ao cavalo moídos, floculados ou micronizados (cozidos) aumentando assim a sua digestibilidade.
• Fibras- Encontra-se na parte fibrosa das cascas dos grãos de milho e é também utilizada para aumentar o volume das rações.
• Beterraba- É utilizado o sub produto depois da extração do açúcar, Deve ser molhada para evitar problemas durante a digestão.
• Rações compostas- Alimento completo e equilibrado fornecendo o valor de proteínas, fibras, vitaminas e minerais necessários ao cavalo. Apenas se deve acrescentar a dieta forragem e água.
• Guloseimas- Para aumentar o volume da ração e para torná-la mais apetitosa adiciona-se alimentos como a maçã ou cenoura.

Problemas relacionados com a alimentação:
Uma alimentação incorreta ou modificações bruscas na dieta do cavalo podem levar a graves complicações. Deve consultar imediatamente um veterinário caso suspeite de algo.


CólicasUm dos sintomas destas dores abdominais é o cavalo insistir em estar deitado e rebolar-se sistematicamente. Isto deve ser contrariado mantendo-o em pé e em movimento (a passo para evitar um estrangulamento do intestino).
As cólicas podem ter como causa:
• Acesso do cavalo à água quando se encontra sobreaquecido;
• Vício de engolir ar;
• Ingestão de areia;
• Alimentos húmidos ou molhados;
• Comer sofregamente e não mastigar antes de engolir;
• O intestino dobrado;
• Mudança repentina na dieta.

Laminite
É também conhecida como aguamento e são vitimas desta doença cavalos que comem em demasia, principalmente alimentos com muitas proteínas, pode ser causada por:
• Pancada ou concussão;
• Situação de grande stress;
• Sobre-alimentação;
• Gravidez (relacionado com a inflamação do útero).

Azotúria
Tem como causas:
• Desequilíbrio mineral;
• Alterações hormonais;
• Sobre-alimentação de cereais em cavalos em descanso

FONTE: MUNDO DOS ANIMAIS

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Definidos os primeiros animais classificados para o Freio de Ouro 2O11

No último fim de semana, na Argentina, aconteceu a primeira etapa classificatória para o Ciclo 2O11, onde 5 animais garantiram vagas para grande final:

Fêmeas
1ª) Ñandu Tenebrosa                   

Box 17. Por Basco El Simbolo e Andu Yancamil; pelagem baia, propriedade de Juan Victor Tronconi Ballester; Nota final: 19,921

2ª) Carulo Lenguita

Box 14. Por Nochero Muere Pollo e Carulo Lenga; pelagem colorada, propriedade de Sofia Masqueda e La Ignacia de Ballester; Nota final: 18,850

3ª) Chake La Zamba

Box 18. Por BT Jaguae e Chake La Bofetada; pelagem colorada, propriedade de Ricardo Matho; Nota final: 18,170

Machos
1º) Dormido Centenário

Box 7. Por Maquenachuchoca e Dormida Linda Rosa; pelagem zaina negra, propriedade da cabanha Las Caldenas; Nota final: 18,872

2º) Charque Juego

Box 6. Por Curitoro Facon e Charque Altamisa; pelagem gateada; propriedade de Julio Alberto Ballester; Nota final: 18,761

sexta-feira, 8 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Diretoria da ABCCC projeta assembléia geral

Novas tecnologias como a Inseminação Artificial (IA) e a Transferência de Embriões (TE) estão entre os tópicos a serem discutidos em reunião, ainda sem data definida.

O corpo diretor da entidade já demonstrou preocupação em relação a estas tecnologias e, inclusive, esclareceu durante o II Congresso do Cavalo Crioulo, em Gramado/RS, que pretende discutir os temas com base em criteriosa avaliação de todos os prós e contras referentes à aceitação aos referidos métodos reprodutivos.


Na ocasião, o presidente da ABCCC, Manuel Luis Sarmento, adiantou que será proposta pelo Conselho Deliberativo Técnico (CDT) a liberação da IA com sêmen fresco ou congelado, entretanto, com o estabelecimento de um número limite de procedimentos por reprodutor. Da mesma forma, será discutida a possibilidade de admitir a TE nas fêmeas habilitadas conforme sistema de rankeamento.


- Só para lembrar, o Brasil é o 2º maior país na realização de transferências de embriões!

Freio de Ouro 2O11

Já está acontecendo em Buenos Aires a primeira classificatória ao Freio de Ouro 2011.

Ñandu Tenebrosa é destaque na parcial da classificatória de Buenos Aires, a égua gateada arrancou na frente na morfologia e seguiu toda funcional na frente, chegando a receber nota máxima na mangueira, perdeu um boi na paleteada, mas continua na frente.

Ñandu Tenebrosa e Guampa Siriri largaram na frente no cabresto
A classificatória se encerra na tarde se sexta-feira com as provas de Mangueira, Bayard Sarmento e Campo.

FONTE: ABCCC

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Vacinação e Vermifugação de Equinos no Brasil

No que diz respeito à saúde do cavalo, um dos pontos de extrema importância é o calendário de vacinação e vermifugação. Daí a necessidade de um eficiente cronograma de vacinação e desverminação, para que sejam evitadas muitas doenças graves, como o tétano e cólicas verminóticas, por exemplo.

Mais do que apenas vacinar, um programa de controle e prevenção de doenças infecciosas deve também visar à redução da quantidade de agentes causadores de doenças no meio em que os animais vivem. Isso pode ser obtido através da higiene e limpeza.

A queda da resistência imunológica do animal também deve ser reduzida ao máximo, de forma a tornar o programa de vacinação mais eficiente.

Toda vacina destina-se a estimular o sistema imunológico do animal para dar a ele condições de se defender do agente causador da doença. Os microorganismos patogênicos são mortos ou atenuados tornando-se incapazes de provocar a doença propriamente dita. No entanto, eles ainda contêm os antígenos, que ao serem introduzidas no organismo estimulam a produção de anticorpos específicos, levando à imunidade contra aquele agente patogênico.

Dessa forma, ao ser defrontado com a doença, o animal não apresentará sintomas clínicos, ou os terá de maneira muito atenuada. Em um estabelecimento eqüestre, a vacinação é obrigatória. Ela tem baixo custo, facilidade de aplicação e baixa incidência de efeitos colaterais.

A infestação parasitária é um sério problema de saúde para cavalos de todas as idades. O organismo do cavalo serve de hospedeiro para muitos parasitas. As larvas dos vermes podem ser encontradas nas pastagens, estábulos, cocheiras e em qualquer outro local contaminado com fezes de eqüinos (embora algumas larvas possam ser transportadas por insetos).

Devemos dar a devida importância aos prejuízos causados tanto ao animal quanto ao proprietário. Isso acontece porque os vermes acabam competindo com o cavalo pelos nutrientes de sua dieta, levando-o a uma diminuição de performance e capacidade. Os vermes adultos pela sua ação traumática nas mucosas causam gastrites e enterites, prejudicando a assimilação e digestão dos alimentos, levando assim os animais ao mau desenvolvimento no trabalho, reprodução e crescimento.

Vacinação
As doenças infecciosas podem ser transmitidas de um indivíduo para todo o grupo, ou mesmo a uma população inteira. Exemplo famoso na Eqüinocultura são os surtos periódicos de influenza, que se espalham em questão de dias por hípicas e principalmente Jockey Clubs, interrompendo o calendário de provas e causando prejuízos a indústria do cavalo.

O sucesso da vacinação depende da interferência dos seguintes fatores:
· Estresse por transporte, temperatura, super população, etc;
· Desafio alto: Presença da doença no local
· Manejo dos eqüinos: Nutrição, endo e ectoparasitos, higiene local
· Condições individuais do animal: Sem doenças incubadas, sem interferência de anticorpos maternos, sem imunossupressão;
· Qualidade das vacinas utilizadas
· Programa de vacinação
· Antígeno (qualidade)
· Da massa antigênica (quantidade)
· Do adjuvante
· Da conservação
· Da via de administração
· Da sanidade animal

A maioria das vacinas de importância em eqüinos aqui no Brasil são feitas contra aquelas doenças causadas por vírus, com exceção do tétano. Existe uma “vacina” contra garrotilho – na verdade uma bacterina, pois o garrotilho não é causado por um vírus, mas por bactéria. Outra vacina muito mencionada na literatura estrangeira, mas pouco conhecida no Brasil, é aquela contra a erlichiose monocítica dos eqüinos, ou “febre do rio Potomac”, causada pela Erlichia risticii.

Apenas um animal saudável tem condições de desenvolver imunidade como conseqüência de uma vacinação. Por exemplo, um cavalo portador de infestação parasitária intensa, ou em estado febril, poderá estar sofrendo um estresse físico excessivo, que não lhe permitirá responder à vacinação.

Potros são sujeitos a problemas peculiares relacionados à vacinação, pois a imunidade passiva recebida pelos mesmos através do colostro poderá interagir com a vacina administrada, causando a inativação da mesma antes que ela tenha estimulado o sistema Imunológico do potro.

Portanto, uma vacina dada demasiado cedo poderá ser ineficiente, enquanto que aquela administrada muito tarde poderia deixar o potro desprotegido contra a doença durante aquele período intermediário. A freqüência de doenças infecciosas tende a crescer proporcionalmente ao número e concentração de animais num estabelecimento eqüestre. Não apenas a introdução de novos cavalos, com as viagens para exposições e provas podem causar problemas.

Nos haras, a vinda de cavalos de terceiros, a mistura de animais de diversas faixas etárias e o número elevado de potros – sempre mais sensíveis a doenças infecciosas – e de éguas prenhes causam diversos problemas especiais. Problemas estes que relevam a importância dos princípios do controle sanitário de doenças infecciosas.

Por exemplo, é importante que todos os animais sejam separados por categoria e faixa etária. Potros desmamados, cavalos jovens, cavalos em treinamento e éguas visitantes deveriam ser mantidos inteiramente afastados das éguas e potros dos haras.

Animais recém adquiridos devem ser submetidos ao teste de AIE, ser desverminados e também receber todas as vacinações indicadas, antes de se permitir que sejam misturados ao resto do plantel.
Qualquer cavalo suspeito de doença infecciosa deve ser isolado por ao menos dez dias após o desaparecimento dos sintomas. Isso deve ser feito para minimizar o risco do contágio de outros animais suscetíveis.

Além disso, medidas rigorosas de limpeza e desinfecção de pessoas e equipamentos em contato com animais doentes são necessárias antes que essas pessoas e objetos entrem em contato com animais sadios, a fim de evitar o risco de contágio.

Os programas de controle devem preferencialmente ser adaptados à situação em particular do estabelecimento eqüestre. O princípio de toda vacinação é administrar uma dose inicial que deve ser seguida de reforços a intervalos regulares, cujo tamanho depende do tipo de vacina e da resposta imunológica a cada uma das mesmas.

Quando possível, a vacinação simultânea de todos os animais de um plantel irá elevar o nível de imunidade daquele grupo de animais, bloqueando a transmissão da infecção. Agindo dessa forma, será conferido também um nível maior de proteção aqueles cavalos cujo sistema imunológico – por uma fraqueza característica ou transitória - não corresponde á vacinação com boa produção de anticorpos.

Deve-se atentar a estocagem das vacinas, seguindo o preconizado pelo fabricante no tocante à temperatura e prazo de validade.

As principais vacinas a serem dadas nos cavalos devem ser aquelas que protegem contra as seguintes doenças: Tétano, Encefalomielite, Influenza equina, Rinopneumonite. Raiva, Leptospirose e Garrotilho em regiões endêrnicas.
Uma vacina muito utilizada aqui no Brasil é aquela que imuniza simultaneamente contra as seguintes doenças: Tétano, influenza e encefalomielite (conhecida como “tríplice”). É importante atentar, porém, que a mesma não protege contra a rinopneumonite.
· Para exportação de cavalos são exigidas algumas vacinações que variam de país para país, mas que no geral são algumas dessas citadas.
· Lembrando sempre que o programa de vacinação é variável conforme a finalidade e ambiente onde o animal vive.
· Lembrando sempre que somente um Médico Veterinário tem a capacidade de escolher as vacina adequadas e aplicá-las no momento ideal, de forma segura e eficiente!!!!!

Vermifugação
Ao enfocarmos o tema parasitologia de eqüinos na atualidade, devemos ter a percepção de que, em termos de danos causados aos animais e prejuízos aos proprietários, todos os parasitas apresentam sua importância.

Além dos parasitas já conhecidos e combatidos, outros antes considerados insignificantes, como por ex. os Anoplocefalóides, hoje em função dos crescentes conhecimentos adquiridos nesta área de estudo, despertam para uma maneira diferente de pensar.

Segundo uma distribuição mundial dos parasitas de eqüinos, guardadas as variações sazonais nos países de clima temperado, as infestações por todo e qualquer parasita são constantes, e raramente encontram-se aquelas causadas por um parasita isoladamente, mas sim por uma associação deles.

A estratégia mais eficaz é a associação de drogas, de maneira a obtermos um espectro de ação mais amplo, que possa ser utilizado com eficácia nos habituais e reconhecidos programas estratégicos de controle de parasitas, tanto em potros, quanto em éguas ou garanhões.

Existem vários fabricantes de vermífugos bastante conhecidos. Quase todos eles se apresentam em bisnagas com conteúdo pastoso ou em forma de gel. Estas bisnagas possuem graduação indicando a dosagem de acordo com o peso do animal.

Existem vermífugos com cinco tipos básicos de drogas anti-helmínticas: benzoimidazóis (mebendazol, thiabendazol, canbendazol, fenbendazol, oxfendazol e oxibendazol); organofosforados (dichlorvos e trichlorfon); piperazinas (associadas ou não ao dissulfeto de carbono e a fenotiazínicos); carbamatos (pamoato de pirantel e tartarato de pirantel) e ivermectina. A aplicação varia de acordo com o peso, idade e período gestacional no caso das éguas.

A vermifugação de potros deve-se iniciar aos 60 dias e doses consecutivas a cada 2-3 meses. Recomenda-se a mudança de base a cada 3-4 aplicações, consistindo em uma rotação média.
Para animais adultos recomenda-se a repetição das doses 3-4 meses.

A Mudança de base deve ser feita a cada 3-4 aplicações para evitar o surgimento de resistência dos parasitas.

A realização de um exame parasitológico de fezes (O.P.G) indicará se a base utilizada está sendo eficiente e se há uma nível alto de infestação que indicará a necessidade de alterar esse calendário profilático.

Em animais que não são vermifugados a muito tempo deve-se utilizar primeiramente uma dose menor e o restante da dose a 20 dias, para evitar que os parasitos obstruam a luz intestinal, principalmente em animais jovens.


· Lembrando novamente que somente o Médico Veterinário poderá escolher a base adequada do vermífugo e ministrá-lo de forma segura, prática e eficiente!!!!!

FONTE: Rodrigo Arruda de Oliveira – Médico Veterinário Autônomo – CRMV/GO 3083(Reprodução e Clínica de eqüinos)

terça-feira, 5 de abril de 2011

Sem cavalos, jovem alemã doma vaca e se torna amazona

Eu não poderia deixar de postar essa grande curiosidade, achei sensacional, quando queremos conseguimos, basta tentar! 

 Regina Mayer e Luna saltam sobre obstáculo em Laufen, no sul da Alemanha: por trás da bela foto se escreve uma peculiar história de superação.
 Quando pediu a seus pais um cavalo para praticar hipismo, a jovem Regina recebeu um sonoro não dos pais.
 Mas, ao invés de se se entristecer e aceitar a negação do sonho, ela agrupou suas forças e as catalizou em Luna, a vaca que fez seu sonho de tornar realidade.
 A transmutação equino-bovina deu trabalho: foram incontáveis horas de treino, somadas a largas doses de carinhos e agrados.
 Os resultados são impressionantes: a sólida rotina das duas é constituída de longas caminhadas pelos campos germânicos e por práticas do mais puro "hipismo".
 A amazona Regina passeia com Luna após mais um dia de treinos e quebras de paradigmas.
Luna e Regina: amizade e história de superação

Agenda de remates - mês de ABRIL


Dia 1 – Leilão +Q1/2 – Guaíba/RS, às 21h (Trajano Silva Remates)
Dia 2 - Remate Super Potros – Vacaria/RS, às 20h (Três Martelos Negócios Rurais)
Dia 2 - 4° Leilão Crioulos da Serra – Lages/SC, às 20h (Camargo e Peroni Agronegócios)
Dia 9 - União Raça Crioula do Mato Grosso do Sul – Campo Grande/MS, às 21h (Crioulo Remates, transmissão Canal do Boi)
Dia 9 - Leilão União Raça Crioula – Campo Grande/MS, às 21h (Triângulo Leilões)
Dia 10 - Leilão Cavalos Crioulos – Esteio/RS, às 21h (Crioulo Remates, transmissão Canal Rural)
Dia 15 - Leilão Cavalos Crioulos – Santana do Livramento/RS, às 21h (Crioulo Remates, transmissão Canal Rural)
Dia 16 - Leilão Feras do Laço – Santa Rosa/RS, às 21h (Crioulo Remates, transmissão multiweb)
Dia 16 - II Leilão Novos Rumos – Londrina/PR, às 21h (Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos do Norte do Paraná)
Dia 16 – Remate Bela Aliança e Convidados – Jaguará do Sul/SC, às 21h (Trajano Silva Remates, transmissão Canal Rural)
Dia 16 – Remate Laço de Prata – Nova Prata/RS, às 21h (Trajano Silva Remates)
Dia 20 - Leilão Cavalos Crioulos – Esteio/RS, às 21h (Crioulo Remates, transmissão Canal Rural)
Dia 21 - Remate Cabanha Macanudo e Itaó - Esteio/RS, às 21h (Trajano Silva Remates, transmissão Canal Rural)
Dia 22 - Remate Cabanha São Pedro-Esteio/RS, às 21h (Trajano Silva Remates, transmissão Canal Rural)
Dia 23 - Remate Jurado e Sucessores - Agropecuárias Schwanck e Cimarron- Esteio/RS, às 21h (Trajano Silva Remates, transmissão Canal Rural)
Dia 24 – Remate Cabanhas PO, 3J e La Castellana – Esteio/RS, às 21h (Trajano Silva Remates)
Dia 30 - 3°Leilão Três Marcas – Joinville/SC, às 21h (Crioulo Remates)
Dia 30 – Remate Cabanha Encanto - Veranópolis/RS, às 20h (Três Martelos Negócios Rurais)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Estréia com credenciamento!

Lindor Collares Luis

Apesar de competir por uma das vagas da seletiva, o clima de rivalidade esteve longe da disputa entre pai e filho, os ginetes Lindor Collares Luis e o jovem Leonardo Collares Luis, de apenas 12 anos. A torcida de um pelo outro e a emoção foram maiores do que o resultado.
Para Collares, assistir à estréia de Leonardo foi uma grande satisfação. “É uma emoção tão grande quanto ganhar um Freio de Ouro. Ver a postura dele, o jeito como correu, muito centrado. O cavalo Crioulo está no sangue”, disse. Mesmo emocionado com o filho, Collares ainda fez questão de elogiar o companheirismo de Itamar Franco, ginete que credenciou a primeira fêmea e que correu lado a lado com seu filho na paleteada final.
Após sua estréia, na prova em que credenciou a terceira melhor fêmea, Leonardo se disse surpreso com o resultado. “Eu não esperava conseguir credenciar logo na estréia. A égua é um animal jovem e ainda tem alguma coisa para melhorar, mas andou muito bem”, comentou

2º lugar
Vênus de São Pedro, filha de Napoleão de São Pedro e Jacutinga de São Pedro; criador e expositor Eduardo Macedo Linhares, Estância São Pedro, Uruguaiana/RS. Ginete: Lindor Collares Luis. Nota: 18,092

3º lugarGuapuruma Fantasia, filha de Santa Elba Comediante e AS Malke Elite; criador e André Luis Narciso Rosa, Estância Guapuruma, Navegantes/SC. Ginete: Leonardo Collares Luis. Nota: 17,856

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Tétano em equinos

O Tétano é uma toxi-infecção aguda, que atinge o homem e animais domésticos, causada pela toxina do clostribium tetani ou Bacilo de Nicolaier, e que se caracteriza pelo aparecimento de espasmos musculares tônicos e hiperexcitabilidade reflexa.
Os equinos são particularmente suscetíveis, mas a ocorrência é realtivamente rara. A infecção se dá geralmente através de feridas acidentais ou cirúrgicas, em contato com o esterco e com a terra, principalmente se esta tiver sido estercada. Os potros recém-nascidos estão sujeitos à infecção umbilical.
Este bacilo forma esporos com capacidade de persistência no solo durante anos. Resistente à fervura de 100ºC por 60 min. Os esporos do bacilo tetânico são freqüentes nas fezes de animais, principalmente de eqüinos, e em cerca de 40% das amostras de solos.
A transmissão se dá nos solos cultivados, currais e estábulos que, são as mais comuns fontes de infecção e as portas de entrada do bacilo são as feridas profundas não-arejadas, onde os esporos podem permanecer latentes por algum tempo nestes tecidos, somente produzindo a enfermidade em condições favoráveis de proliferação.
Nos eqüinos o acesso da infecção se dá com maior freqüência em lesões nos cascos (pregos etc.), cordão umbilical, aparelho genital etc.
Nos bovinos pode-se instalar através de feridas resultantes de colocação de argola no focinho; da amputação dos chifres; da castração e de traumatismo da parição.
Depois que penetram no organismo, as bactérias e seus esporos elaboram duas potentes toxinas ou venenos, que entram na corrente sangüínea e vão agir nos grandes centros nervosos e também produzir espasmos tônico-clônicos.
 
SINTOMAS - O período de incubação varia normalmente de uma a três semanas, porém, às vezes, dura até quatro meses. É mais curto nos animais novos. Os principais sintomas são:
  • mastigação fraca e degliutição lenta e difícil;
  • rigidez muscular;
  • protusão da membrana nicititante;
  • ereção da orelha;
  • ventre recolhido;
  • pescoço estendido para a frente e a cabeça mais ou menos fixa;
  • patas abertas e tesas, lembrando um cavalete;
  • narinas dilatadas;
  • movimentos cada vez mais lentos até a imobilização total;
  • espasmos generalizados;
  • tremores musculares, quando o animal é excitado.
A morte vem através do esgotamento, paralisia dos órgãos internos ou pneumonia. Algumas vezes, no curso do tétano, pode haver remissões dos sintomas gerais, o que dá uma falsa impressão de melhora do animal.
 
PROFILAXIA - O tétano pode ser evitado:
  • vacinando o animal anualmente.
  • usando soro anti-tetânico antes das itervenções cirurgicas ou depois de ferimentos que possam facilitar a infecção;
  • evitando o contato das feridas profundas com terra ou qualquer sujeira;
  • cuidando da assepsia do instrumento cirúrgico e da antissepisia das feridas;
  • desinfetar, tão cedo quanto possível, feridas recentes dos eqüinos;
  • eliminando os objetos pontiagudos que possam causar ferimentos acidentais
TRATAMENTO - O tratamento é difícil e problemático, devendo-se chamar um veterinário que poderá usar vários recursos em animais de valor, entre eles:
  • limpar as feridas, lavá-las com água oxigenada e aplicar anti-séptico adequado;
  • aplicação de Soro Anti-tetânico em doses maciças, acima de 100 000 unidades, por via endovenosa e repiti-las quando necessário;
  • dar alimentação líquida, de fácil deglutição;
  • conservar o doente em local abrigado e sosegado, se possível isolado e escuro;
  • quando o animal não puder permanecer de pé, suspendê-lo com uma faixa e colocar a água e os alimentos à altura da boca.